domingo, 4 de dezembro de 2011
Marketing em Gestão da Informação
sábado, 10 de setembro de 2011
GED
O artigo inicia citando uma pesquisa nos EUA onde se verificou que 92% da documentação existente estava em meio físico e como esse fato contribuiu para as discussões acerca do gerenciamento dessa massa documental, sendo a criação da GED apresentada como uma solução. Nesse ponto o texto comete uma falha em não informar datas das pesquisas e dos estudos, o que deixa as informações soltas e fora de um contexto histórico.
O texto segue com as definições de Documento e de GED, que segundo os autores é “um sistema que converte informações em voz, texto ou imagem para a forma digital” Pelo que entendo do assunto, essa é apenas uma etapa do GED e não sua definição. . Em seguida diz que a digitalização dos documentos é feita através do scanner, não citando a câmera fotográfica como outro importante meio de digitalização, principalmente no que se refere a documentos históricos.
Em seguida os autores trazem informações mais específicas acerca do GED, como o ambiente típico, as áreas de atuação e a utilização do GED. Entre estas destaco a necessidade de rápido acesso e a preservação da documentação original, principalmente nos casos dos arquivos históricos. Embora a eliminação do espaço físico seja apresentada como vantagem, é necessário salientar que nem sempre os arquivos físicos podem ser destruídos, e nesse caso o grande benefício do GED seja proporcionar um rápido acesso às informações.
No tópico sobre as etapas do gerenciamento, vale salientar a importância de uma indexação bem objetiva e com qualidade para a facilitação da busca do documento em meio digital.
Embora o texto apresente alguns deslizes, considero válida sua leitura por parte de leitores especializados, mas muito mais por parte dos leigos, pois se trata de uma fonte sucinta sobre o assunto, com poder de incentivar o leitor a aprofundar seus conhecimentos.
Bibliografia
http://www.iterasolucoes.com.br/Site/images/stories/Itera/SalaLeitura/ged_gerenciamento_eletronico_de_documentos.pdf,
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Cerca de 40 sítios arqueológicos são descobertos no Rio
Publicado no JC On Line em 05.01.2011, às 15h30
As obras do Arco Rodoviário Metropolitano do Rio de Janeiro permitiram a descoberta de cerca de 40 sítios arqueológicos na Baixada Fluminense. As descobertas, feitas pelo Instituto de Arqueologia Brasileira (IAB), vão desde um sambaqui (acúmulo de material orgânico e calcário) de 6 mil anos de idade até as ruínas de uma antiga fazenda, passando por uma aldeia indígena de 2 mil anos e um porto centenário no Rio Iguaçu.
Segundo a arqueóloga Jandira Neto, a abertura do terreno para a construção de 72 quilômetros da rodovia permitiu encontrar os sítios. Dos 40 locais de interesse histórico identificados, 34 estão localizados sob o traçado da estrada. Entre eles, 22 já foram resgatados pelo instituto e outros 12 ainda devem ser recuperados até o final do ano.
Os objetos desses 34 sítios ficarão sob a guarda do IAB. Pelo menos mais seis sítios arqueológicos não serão afetados pela obra e poderão ser preservados no próprio local.
Entre os objetos encontrados estão centenas de cachimbos antigos, uma urna funerária indígena e cerâmica do período colonial, além dos restos de um antigo porto no Rio Iguaçu, que Jandira Neto acredita se tratar do Porto do Barriga, que tem cerca de 300 anos de idade e que ainda não tinha sido encontrado.
“Esses sítios representam a ocupação da Baixada Fluminense desde o período pré-histórico. Qual é a importância disso tudo? É a gente ter a oportunidade de conhecer a pré-história e a história dos povos que ocuparam essa região. Região essa que nunca teve recursos para se fazer esse tipo de pesquisa”, disse a arqueóloga.
O estudo dos sítios arqueológicos, no entanto, tem provocado transtornos ao andamento das obras do trecho, que liga o Porto de Itaguaí ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí, por meio da Baixada, e que recebe recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A rodovia, que custa R$ 965 milhões, deveria ter sido inaugurada no mês passado. Mas os achados arqueológicos e a descoberta de um anfíbio raro, que só se reproduz próximo ao traçado da rodovia, atrasaram o projeto em, pelo menos, um ano. Segundo a Secretaria Estadual de Obras do Rio de Janeiro, a rodovia só deve ser inaugurada em dezembro deste ano.
Fonte: Agência Brasil
domingo, 2 de janeiro de 2011
2011 com novidades (espero!)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Manuscritos do Mar vermelho serão disponibilizados na Internet
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Patrimônio Cultural
O blog do Claudefranklin, HISTÓRIA, MEMÓRIA E PATRIMÔNIO está com uma série de postagens sobre patrimônio cultural por alunos da UFS (Universidade Federal de Sergipe). Visitem que vale a pena.
Até mais!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Biblioteca Mundial
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Vândalos destroem imagens em São Cristóvão
Fiéis da cidade histórica de São Cristóvão, eleita recentemente Patrimônio da Humanidade pela Unesco, estão revoltados com o ato de vandalismo registrado na madrugada deste sábado 20 no Santuário do Cristo Redentor. As imagens que ficam no local foram destruídas, apesar da grade de proteção.
Os vândalos ainda não foram identificados e a população cobra segurança e o aumento de rondas policiais na região.
O Cristo Redentor é um dos cartões postais de São Cristóvão. Fíéis e turistas fazem constantes visitas ao local e agora temem pela violência.
domingo, 9 de maio de 2010
História e Cultura na Legislação Brasileira
Podemos observar o exposto através dos seguintes trechos da legislação
Constituição da República Federativa do Brasil
Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
III - proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos;
V - proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação e à ciência;
Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:
II - os modos de criar, fazer e viver;
domingo, 4 de abril de 2010
Feliz Páscoa
Feliz Páscoa a todos
segunda-feira, 22 de março de 2010
III Encontro Internacional de História Colonial
quinta-feira, 18 de março de 2010
1º Aniversário do Blog
Hoje o blog completa um ano de atividades. É verdade que foram poucas atividades, mas que refletiu o momento pelo qual passei este período.
Gostaria de agradecer a todos que passaram por aqui e ocasionalmente deixaram comentários. Agradeço de coração também à Pandora, ao Alezandri, à Andrea e à Fátima, meus 4 destemidos seguidores. Muito Obrigada!
Abraços
sábado, 6 de março de 2010
Data Magna de Pernambuco
Bandeira da Revolução de 1817 ( As três estrelas representavam Paraíba, Ceará e Pernambuco)
Fonte das informações e das imagens: Wikipedia
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
III Encontro Internacional de História Colonial
Um bom 2010 a todos!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Concurso para professor de História
Boa semana a todos
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
A importância dos períodicos para a história da sociedade e da educação
Serão expostos exemplares de vários jornais editados entre 1857 e 1979. Entre eles estão o Jornal Pequeno (que de pequeno só tinha a letra, já que ele aberti ocupa uma mesa de quase 4 metros. A restauradora falou que o projeto deve servir de lição às outras instituições para a preservação da memória jornalística e publicitária.
Ainda na faculdade fomos visitar a hemeroteca do arquivo público estadual. Tivemos acesso aos jornais do dia de nosso nascimento. Todos ficamos emocionados com o fato de entrarmos em contato com os acontecimentos que giravam o Brasil e o mundo naquela época. O jornal é um tesouro historiográfico que lhe dar vários assuntos e pontos de vista de onde você pode tirar as informações para a sua pesquisa.
Penso então, como agente em administração escolar que sou, na importância que terá em anos futuros, os planejamentos e mapas de notas de nossos alunos para a pesquisa sobre a educação brasileira no século passado. Livros didáticos por exemplo são descatados PNLD após PNLD, não se tendo o interesse de formar uma bliblioteca histórica da Educação Nacional.
Que nós educadores passemos a nos preocuparnão só com o preparar do cidadão do futuro, mas de preservar a memória do passado para tirar seus acertos e não repetir os erros.
Aliás, não é essa a essência do estudo da história?
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Noronha discute patrimônio histórico, esporte e lazer
domingo, 20 de setembro de 2009
Projeto de recuperação dos documentos de Fernando de Noronha
Infelizmente boa parte da documentação sobre a ilha foi perdida pela falta de compromisso dos agentes públicos com a conservação das fontes históricas. A documentação hoje em poder do Apeje, consta de registros dos presídios político e comum, informações do período em que o território foi administrado pelas forças armadas e apartir de 1988, quando a ilha passou para a jurisdição pernambucana.
Para o projeto serão contratados profissionais de várias áreas, como historiadores e arquivistas (fiquemos atentos!). O BNDES irá financiar 26 projetos de recuperação de acervos documentais em todo o país.
Embora esses projetos sempre enfrentem demorada burocracia para saírem do papel, é um esforço válido na tentativa de recuperarmos nossa história.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Penitência versus pompa: um histórico sobre a procissão do triunfo na sociedade recifense colonial
As festas religiosas eram o grande espaço de socialização no período colonial brasileiro. Configuravam-se numa oportunidade não só para as senhoras que queriam colocar o assunto alheiro em dia, como também o local de encontro e troca de bilhetes amorosos dos amantes e apaixonados. Dentro da realidade colonial pernambucana, a Ordem Terceira do Carmo surgiu como uma instituição que representava o poder dominante, tornando-se importante para a elite local como um espaço de socialização entre os seus e de um relacionamento mais íntimo com a Igreja, grande detentora do poder temporal e espiritual na época. Também foi importante para a sociedade local, por oferecer oportunidades tanto para a prática da fé, quanto para a socialização, seja por meio das missas e orações, seja na realização de festas e procissões. Dentre os eventos religiosos organizados pela Ordem Terceira do Carmo, não só em Pernambuco, mas em outras partes do Brasil colonial, encontra-se a Procissão do Triunfo, realizada dentro do período Quaresmal e em alguns lugares de exclusividade da Ordem Terceira Carmelita. O objetivo deste trabalho é através de uma visita aos arquivos religiosos da Ordem Terceira do Carmo de Recife e à bibliografia existente sobre o tema, trazer ao conhecimento de todos a importância deste evento carmelita dentro da vida da Ordem terceira e principalmente do cotidiano colonial pernambucano.
Ausência
Até a próxima!

